segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O Perfil do Administrador Moderno


Para conduzir o ritmo da empresa competitiva, surge um novo tipo de gestão, atuando no todo e delegando, compartilhando responsabilidades, valorizando o trabalho em equipe e não somente cobrando obediência através de processos burocráticos, abre espaço para a criatividade, é proativo, ousado, bom exemplo, cumpridor das promessas, sabe utilizar seus princípios e ser um bom líder como também estimula inovações, e acima de tudo apóia equipe no desenvolvimento de sua própria autonomia, para isso fez-se necessário traçar um novo perfil para o Administrador.
A capacidade de interagir do administrador com seu meio tornou-se de suma importância , a capacidade de liderar suas equipes na busca pelo verdadeiro sentido de team work, ser responsável socialmente, ser transparente, ético acima de tudo ser competente, saber tirar proveito de tudo de todos no intuito de que, cada vez mais, a administração cumpra seu papel dentro da organização.
Administrar é dirigir uma organização utilizando técnicas de gestão para que alcance seus objetivos de forma eficiente, eficaz e com responsabilidade social e ambiental, para Chiavenato, 1993: A tarefa básica da administração é de fazer as coisas por meio das pessoas. A administração revela-se nos dias de hoje como uma das áreas do conhecimento humano mais impregnadas de complexidades e desafios.
Face o exposto verifica-se cada vez mais a necessidade de valorização dessa, que é uma das mais antigas funções do mundo, a de Administrador. Sabemos que os dias atuais são incertos e mutáveis e que, na atual conjuntura, a escassez de bons administradores, fez com que se traçasse um novo perfil para esse seleto grupo de profissionais, na busca constante por bons resultados, dessa maneira, a gestão passou a buscar nas pessoas o verdadeiro sentido de se obter vantagem competitiva. Lacombe (2003, p.4) descreve que a essência do trabalho do administrador é obter resultados por meio das pessoas que ele coordena. A partir desse raciocínio, temos o papel do "Gestor Administrativo" que com sua capacidade de gerir pessoas, consegue obeter os resultados esperados. O administrador deve saber influenciar mais do que controlar, definir ações, fornecer recursos, o líder tem total poder de influenciar comportamentos seguros e deve assumir a responsabilidade de moldar a cultura dentro da empresa. Como vemos, entende-se que tudo na vida é uma questão de administração, e que um bom planejamento pode ser a chave na busca por resultados, na prática, o bom uso das funções administrativas, é uma porta aberta importante para o processo decisório.

Mardril Santiago - Gestão Estratégica de Sistema de Informação
Fonte: http://www.gostodeler.com.br/materia/3858/O_Perfil_do_Adm.html

domingo, 4 de outubro de 2009

De que lado você está?


Com o assunto da semana no Brasil, Rio 2016(olimpíadas), me deparei com essa questão, em que time estamos jogando?
Do lado certo ou do lado contrario?
Se por um lado vivo em meio a constantes decepções, como gerente, me vendo na luta do dia-a-dia como se fosse um peixe dentro do oceano cheio de tubarões e outros predadores (burocracia, lidar com pessoas, liderança, corrupção), por outro lado me peguei emocionado com a luta de um povo, para se firmar no cenário mundial, para ter aquilo que sempre fez questão de dar aos estrangeiros, acolhimento.
Esse e um dos pontos fortes do Brasileiro, junto com a capacidade de superar as adversidades, se adaptar as situações, crises, problemas em geral.
Tenho um imenso orgulho em ter nascido nesse país, pois ainda tenho esperança, que um dia todo esse positivismo do nosso povo, irá superar toda a maldade, toda a mania de esperteza, de querer se dar bem, sem pensar no outro lado.
Brasil, eu ainda acredito...

“Isto aqui, ô ô
É um pouquinho de Brasil iá iá
Deste Brasil que canta e é feliz,
Feliz, feliz,
É também um pouco de uma raça
Que não tem medo de fumaça ai, ai
E não se entrega não...” (Ary Barroso)

Por Marcos Botelho, em 04 de Outubro de 2009.

Portfólio Acadêmico

Um portfólio ou portofólio (ou ainda portefólio) é uma lista de trabalhos de um profissional, empresa ou estudante.
Portfolio: Termo de origem anglo-saxônica que designa o conjunto de títulos e ações de um investidor, individual ou institucional. Ou: Documento formal que apresenta as experiências de aprendizagem, sendo utilizado para solicitar reconhecimento académico da aprendizagem experimenal.
O Portfolio é uma coleção de todo o trabalho em andamento na organização relacionado com o alcance dos objetivos do negócio. Toda organização tem um portfolio, mesmo que não reconheça especificamente. Consiste nos trabalhos que estão em andamento na empresa, estejam estes trabalhos relacionados de alguma forma entre si ou não. Algumas organizações tem portfolios separados por departamentos, divisões ou unidades de negócio. Em última instância, deve haver um portfolio abrangente para a organização como um todo.
O portfólio também pode ser usado na educação, tanto por alunos como por professores, com o objectivo de fazer uma reflexão crítica sobre o seu processo académico, visando a melhoria de competências, atitudes ou conhecimentos. Normalmente é uma colectanea de documentos ligada a um texto seguindo uma lógica reflexiva.
O portfolio academico é então a coleção de todos os titulos educacionais de um individuo, podendo ser considerado como titulos academicos os cursos de longa e curta durações, textos, artigos, sitações, trabalhos profissionais, ou seja tudo da vida academica e profissional.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/portfolio_academico/26239/

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Você está motivado?

Sobre cobrar e ser cobrado

Por Adriano Silva

Se em grande parte a responsabilidade por estar motivado é do próprio sujeito, como advogo, também é verdade que sempre caberá ao gestor papel importante na taxa de motivação do seu time. E aí tem uma reflexão aqui que pode ajudar a pensar uma coisa ou duas a respeito desse assunto.

Motivação tem a ver com estímulo. Com ações que entusiasmam, com um ambiente que ao mesmo tempo acolhe e provoca, com metas da empresa que se irmanam com as metas pessoais do sujeito, com premiação agressiva ao êxito obtido. Motivação tem a ver com a gestão disso tudo, com o relacionamento que o chefe propõe a seu colaborador, com o jeito certo de cobrar resultados. A cobrança exercida corretamente engancha, energiza, empurra adiante. A cobrança mal exercida murcha, esvazia, joga para baixo. Se você cobra muito, desestimula o sujeito. Se você não cobra, desestimula também. As pessoas não gostam de se sentir espremidas, sufocadas. Mas também não gostam de se sentir soltas demais. (Alguém aqui disse que a gestão de gente é bolinho?)

Tem o chefe que não reconhece o sucesso. Que não dá parabéns, nem tapinha nas costas, muito menos aumento ou promoção. Isso anestesia o sujeito. Isso torna o funcionário cético, num primeiro momento. Para logo depois torná-lo cínico. Há ambientes em que a pressão beira o insuportável. Em que a cultura é deliberadamente bater e chicotear, chicotear e bater. Assoprões são raríssimos. Esses lugares que proibem o elogio, em nome de manter a tensão produtiva, precisamente como uma ferramenta de motivação, acabam, ao contrário, sendo altamente desmotivadores. Primeiro: matam o longo prazo, porque ninguém de mente sã aguenta muito tempo. Depois: anestesiam quem fica.

Se vendedores cobrados de menos amolecem e deixam cair a petecar, por encontrarem muito prematuramente uma zona de conforto e paralisia, é fato que vendedores cobrados em excesso, por exemplo, desenvolvem um filtro em relação às cobranças. Esse filtro fica mais espesso na medida exata dos safanões e vergões que o sujeito vai colecionando em seu dia-a-dia. Uma hora, como estratégia de sobrevivência, as pessoas simplesmente deixa de ouvir. E se unem subterraneamente contra o agressor, num pacto silencioso de ajuda mútua no corredor da tortura. Assim, se protegem e apostam na maior distância possível entre si e a empresa. Não levam mais a sério os discursos inflamados, os objetivos coletivos, os gritos de guerra. Simplesmente deixam de acreditar. O que é péssimo. Ou pior, se existisse algo pior do que péssimo.

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml (Blog Manual do Executivo Ingênuo)

Comunicação...


1. Tentar, vamos ver e quem sabe – Procure evitar o uso dessas palavras, pois, ao serem pronunciadas, já dão uma ideia de que iremos falhar ou já estamos dizendo que no mínimo a possibilidade de fracasso é de 50%.

2. Mas, porém, contudo, todavia e entretanto – São palavras que dão sempre um alerta e já orienta quem estiver ouvindo a se preparar para alguma coisa nada agradável ou de total desvalorização ou, ainda, de negação a tudo que foi dito inicialmente.

3. Preciso, devo e tenho – Elas passam uma ideia de que estamos necessitando de algo além das expectativas e também sugere que existem pessoas mandando ou controlando.

4. Por cada, vi ela, bum da bolsa, boca dela e uma mão – Devemos evitar essas expressões, pois provocam cacofonia quando utilizadas, por exemplo: o grande bum da bolsa fez com que as ações valorizassem.

5. Eu gostaria de agradecer a ajuda de vocês – Substitua o verbo no condicional pelo presente: “Eu agradeço a ajuda de vocês”. As pessoas, ao ouvirem, irão se sentir mais agradecidas, pois a forma de falar se torna mais forte, robusta e concreta.

6. Evite a palavra “não” – Em qualquer frase, quando utilizamos o “não”, quem houve já pressupõe que todo o conteúdo passa uma ideia de baixo valor e interesse. O mesmo ocorre quando utilizamos o “não” acompanhado de outras palavras, por exemplo: não posso, não consigo, que dá uma ideia de falta de capacidade.


Fonte: http://thinkoutsidebr.wordpress.com/

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Nunca desistir...



“...Eu vou dizer uma coisa que
você já sabe:
- O mundo não e um grande Arco-Íris,
É um lugar sujo, e um lugar cruel, que não quer saber o quanto você e durão.
Vai botar você de joelhos, e você vai ficar de joelhos para sempre, se você deixar.
Você, eu...
‘Ninguém vai bater tão duro como a vida.’
Mas não se trata de bater duro.
Se trata de quanto você aguenta apanhar, e seguir em frente.
O quanto você e capaz de aguentar, e continuar tentando.
E assim que se consegue vencer.
Agora se você sabe o seu valor, então vá atrás do que você merece, mas tem que ter disposição p/ apanhar, e nada de apontar dedos, dizer que você não consegue, por causa dele, ou dela, ou de quem seja.
‘Só covardes fazem isso e você não e covarde’
você e melhor do que isso...”
(Rocky Balboa - trecho do filme)