quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Você está motivado?

Sobre cobrar e ser cobrado

Por Adriano Silva

Se em grande parte a responsabilidade por estar motivado é do próprio sujeito, como advogo, também é verdade que sempre caberá ao gestor papel importante na taxa de motivação do seu time. E aí tem uma reflexão aqui que pode ajudar a pensar uma coisa ou duas a respeito desse assunto.

Motivação tem a ver com estímulo. Com ações que entusiasmam, com um ambiente que ao mesmo tempo acolhe e provoca, com metas da empresa que se irmanam com as metas pessoais do sujeito, com premiação agressiva ao êxito obtido. Motivação tem a ver com a gestão disso tudo, com o relacionamento que o chefe propõe a seu colaborador, com o jeito certo de cobrar resultados. A cobrança exercida corretamente engancha, energiza, empurra adiante. A cobrança mal exercida murcha, esvazia, joga para baixo. Se você cobra muito, desestimula o sujeito. Se você não cobra, desestimula também. As pessoas não gostam de se sentir espremidas, sufocadas. Mas também não gostam de se sentir soltas demais. (Alguém aqui disse que a gestão de gente é bolinho?)

Tem o chefe que não reconhece o sucesso. Que não dá parabéns, nem tapinha nas costas, muito menos aumento ou promoção. Isso anestesia o sujeito. Isso torna o funcionário cético, num primeiro momento. Para logo depois torná-lo cínico. Há ambientes em que a pressão beira o insuportável. Em que a cultura é deliberadamente bater e chicotear, chicotear e bater. Assoprões são raríssimos. Esses lugares que proibem o elogio, em nome de manter a tensão produtiva, precisamente como uma ferramenta de motivação, acabam, ao contrário, sendo altamente desmotivadores. Primeiro: matam o longo prazo, porque ninguém de mente sã aguenta muito tempo. Depois: anestesiam quem fica.

Se vendedores cobrados de menos amolecem e deixam cair a petecar, por encontrarem muito prematuramente uma zona de conforto e paralisia, é fato que vendedores cobrados em excesso, por exemplo, desenvolvem um filtro em relação às cobranças. Esse filtro fica mais espesso na medida exata dos safanões e vergões que o sujeito vai colecionando em seu dia-a-dia. Uma hora, como estratégia de sobrevivência, as pessoas simplesmente deixa de ouvir. E se unem subterraneamente contra o agressor, num pacto silencioso de ajuda mútua no corredor da tortura. Assim, se protegem e apostam na maior distância possível entre si e a empresa. Não levam mais a sério os discursos inflamados, os objetivos coletivos, os gritos de guerra. Simplesmente deixam de acreditar. O que é péssimo. Ou pior, se existisse algo pior do que péssimo.

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml (Blog Manual do Executivo Ingênuo)

Comunicação...


1. Tentar, vamos ver e quem sabe – Procure evitar o uso dessas palavras, pois, ao serem pronunciadas, já dão uma ideia de que iremos falhar ou já estamos dizendo que no mínimo a possibilidade de fracasso é de 50%.

2. Mas, porém, contudo, todavia e entretanto – São palavras que dão sempre um alerta e já orienta quem estiver ouvindo a se preparar para alguma coisa nada agradável ou de total desvalorização ou, ainda, de negação a tudo que foi dito inicialmente.

3. Preciso, devo e tenho – Elas passam uma ideia de que estamos necessitando de algo além das expectativas e também sugere que existem pessoas mandando ou controlando.

4. Por cada, vi ela, bum da bolsa, boca dela e uma mão – Devemos evitar essas expressões, pois provocam cacofonia quando utilizadas, por exemplo: o grande bum da bolsa fez com que as ações valorizassem.

5. Eu gostaria de agradecer a ajuda de vocês – Substitua o verbo no condicional pelo presente: “Eu agradeço a ajuda de vocês”. As pessoas, ao ouvirem, irão se sentir mais agradecidas, pois a forma de falar se torna mais forte, robusta e concreta.

6. Evite a palavra “não” – Em qualquer frase, quando utilizamos o “não”, quem houve já pressupõe que todo o conteúdo passa uma ideia de baixo valor e interesse. O mesmo ocorre quando utilizamos o “não” acompanhado de outras palavras, por exemplo: não posso, não consigo, que dá uma ideia de falta de capacidade.


Fonte: http://thinkoutsidebr.wordpress.com/

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Nunca desistir...



“...Eu vou dizer uma coisa que
você já sabe:
- O mundo não e um grande Arco-Íris,
É um lugar sujo, e um lugar cruel, que não quer saber o quanto você e durão.
Vai botar você de joelhos, e você vai ficar de joelhos para sempre, se você deixar.
Você, eu...
‘Ninguém vai bater tão duro como a vida.’
Mas não se trata de bater duro.
Se trata de quanto você aguenta apanhar, e seguir em frente.
O quanto você e capaz de aguentar, e continuar tentando.
E assim que se consegue vencer.
Agora se você sabe o seu valor, então vá atrás do que você merece, mas tem que ter disposição p/ apanhar, e nada de apontar dedos, dizer que você não consegue, por causa dele, ou dela, ou de quem seja.
‘Só covardes fazem isso e você não e covarde’
você e melhor do que isso...”
(Rocky Balboa - trecho do filme)